A equipa A acaba de marcar um golo. Nesse momento o árbitro apercebe-se que o golo foi obtido por um jogador suplente que se encontrava indevidamente em terreno de jogo. Como deve agir o árbitro?
Penso Eu mais uma vez, que o arbitro não deve validar o golo, deve mostrar cartão amarelo ao jogador em causa e assinalar livre indirecto contra a equipa A... Ca voltarei para saber a resposta!
Apercebendo se dessa situaçao antes de reiniciar o jogo, o arbitro nao deve validar o golo,advertir o suplente por comportamento antidesportivo,providenciar a sua saida do terreno de jogo e recomeçar o jogo com pontape livre indirecto contra a equipa do mesmo na area de baliza.
Acção de Formação do CA da AFBeja teve como convidado um homem da arbitragem eborense, João Paias Gaspar "Conforme combinado aqui lhe deixo alguns considerandos sobre a Acção de Formação realizada pelo Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Beja, no dia 8 de Setembro, corrente, em Castro Verde, e na qual tive o privilégio de estar presente, a convite de um dos meus melhores amigos pessoais e, seguramente, o melhor amigo que tenho na arbitragem - o incansável, simples, humilde, puro e incontornável ALBANO FIALHO - Como dizia, foi deveras gratificante e enriquecedor estar presente na aludida Acção de Formação, sentindo-me perfeitamente 'em casa', isto é, até parecia que já tinha estado mais vezes convosco, tal o carinho com que fui acolhido, quer pelos inúmeros árbitros presentes, quer pelos elementos da Comissão Técnica - além do Albano Fialho, o Manuel Custódio, o Jorge Fontes e o José Teodósio -, quer pelos dirigentes do Conselho de Arbitragem - José Soeiro e João Crujo. O programa da sobredita Acção de Formação antevia algo de diferente a que não estava particularmente habituado, porquanto este género de iniciativas não são muito comuns no seio da arbitragem do distrito de Évora, isto é, a realização de uma acção na qual se conjugue a existência de uma mescla de puro sã convívio, sem a 'carga emocial' de qualquer tipo de testes - físicos e escritos -, e ao mesmo tempo com uma componente formativa e instrutiva, que, diga-se em abono da verdade, muito bem conduzida e explicitada, o que efusivamente saúdo. Quanto à mensagem que gostaria de deixar à arbitragem bejense em especial, é naturalmente a que desejo para a arbitragem alentejana, em particular e para toda a arbitragem nacional, em geral, que é tão somente que os árbitros acreditem no valor que possuem, não se deixando derrotar às primeiras adversidades, trilhando sempre o caminho da verdade e agindo na defesa intransigente da nobre causa que abraçaram; deste modo, envio um simples documentário denominado 'Elogio ao Árbitro' (N.d.r. - Brevemente será publicado) Um abraço!" João Paias Gaspar Núcleo arb. beja bruno/
RESPOSTA Á PERGUNTA: O árbitro não deve validar o golo. Deve advertir o jogador suplente por comportamento antidesportivo, ordenar a sua saída do terreno de jogo e mandar recomeçar o jogo com um pontapé-livre indirecto contra a equipa do jogador suplente na área de baliza da equipa defensora. Se o jogador suplente pretende substituir um colega, o processo de substituição deve ser correctamente executado.
Penso Eu mais uma vez, que o arbitro não deve validar o golo, deve mostrar cartão amarelo ao jogador em causa e assinalar livre indirecto contra a equipa A... Ca voltarei para saber a resposta!
ResponderExcluirApercebendo se dessa situaçao antes de reiniciar o jogo, o arbitro nao deve validar o golo,advertir o suplente por comportamento antidesportivo,providenciar a sua saida do terreno de jogo e recomeçar o jogo com pontape livre indirecto contra a equipa do mesmo na area de baliza.
ResponderExcluirBébe...então e se der por isso depois de reiniciar o jogo..faltou isso....
ResponderExcluirAcção de Formação do CA da AFBeja
ResponderExcluirteve como convidado um homem da arbitragem eborense,
João Paias Gaspar
"Conforme combinado aqui lhe deixo alguns considerandos sobre a Acção de Formação realizada pelo Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Beja, no dia 8 de Setembro, corrente, em Castro Verde, e na qual tive o privilégio de estar presente, a convite de um dos meus melhores amigos pessoais e, seguramente, o melhor amigo que tenho na arbitragem - o incansável, simples, humilde, puro e incontornável ALBANO FIALHO - Como dizia, foi deveras gratificante e enriquecedor estar presente na aludida Acção de Formação, sentindo-me perfeitamente 'em casa', isto é, até parecia que já tinha estado mais vezes convosco, tal o carinho com que fui acolhido, quer pelos inúmeros árbitros presentes, quer pelos elementos da Comissão Técnica - além do Albano Fialho, o Manuel Custódio, o Jorge Fontes e o José Teodósio -, quer pelos dirigentes do Conselho de Arbitragem - José Soeiro e João Crujo.
O programa da sobredita Acção de Formação antevia algo de diferente a que não estava particularmente habituado, porquanto este género de iniciativas não são muito comuns no seio da arbitragem do distrito de Évora, isto é, a realização de uma acção na qual se conjugue a existência de uma mescla de puro sã convívio, sem a 'carga emocial' de qualquer tipo de testes - físicos e escritos -, e ao mesmo tempo com uma componente formativa e instrutiva, que, diga-se em abono da verdade, muito bem conduzida e explicitada, o que efusivamente saúdo.
Quanto à mensagem que gostaria de deixar à arbitragem bejense em especial, é naturalmente a que desejo para a arbitragem alentejana, em particular e para toda a arbitragem nacional, em geral, que é tão somente que os árbitros acreditem no valor que possuem, não se deixando derrotar às primeiras adversidades, trilhando sempre o caminho da verdade e agindo na defesa intransigente da nobre causa que abraçaram; deste modo, envio um simples documentário denominado 'Elogio ao Árbitro' (N.d.r. - Brevemente será publicado)
Um abraço!"
João Paias Gaspar
Núcleo arb. beja
bruno/
RESPOSTA Á PERGUNTA: O árbitro não deve validar o golo. Deve advertir o jogador suplente por comportamento antidesportivo, ordenar a sua saída do terreno de jogo e mandar recomeçar o jogo com um pontapé-livre indirecto contra a equipa do jogador suplente na área de baliza da equipa defensora. Se o jogador suplente pretende substituir um colega, o processo de substituição deve ser correctamente executado.
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